sábado, 6 de outubro de 2018

EMBRIAGADA DE SAUDADE






Depois desta guerra
conjugo meu verso ao tempo
onde dorme a noite acidentada de saudade
Minha boca se embriaga do vinho doce
na certeza que ao amanhecer, espera pelo sol

Mas, neste momento minhas forças se esgotam
pelos pensamentos que formam infinitos duelos

  Olho minha janela iluminada pelo neon da lua
e bebo do deserto sonâmbulo
desta saudade





3 comentários:

  1. A saudade dilacera a alma e o coração.
    Profundo e belo poema.
    Belíssimo blogue.
    Boa semana
    Beijinhos
    Maria
    Divagar Sobre Tudo um Pouco

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  2. A saudade torna-nos frágil....
    Lindo...
    Obrigada pela visita; espero que volte mais vezes.
    Beijos e abraços
    Marta

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  3. Oi querida
    Espero conseguir agora comentar.
    Você com suas lindas postagens sensuais que adoro
    Beijos no coração
    Lua Singular

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