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segunda-feira, 15 de novembro de 2010

MEU VENTRE


Sou uma mulher presa a doce brisa de viver
despertando a noite silenciosa
úmida e inquieta
bailando nos cenários dos astros e
escondendo a vida no seio das estrelas
Sou fera que abriga o vento
aroma da mais pura água
raiz de resina fresca
luz da campina matinal
Sou sol e sangue
amor e morte
poesia infinita que irradia
relíquia que aquece e respira
corpo selvagem da deusa natureza
luz e chama da terra
dentro e fora de um deserto
Sou a paixão sou música
vestido vermelho de renda
dançando um tango
minha real sensualidade
insolente e sedutora
Sou oceano que cheira a flor de laranjeira
ventre quente de um vulcão
construindo monumentos
de um reino sereno
lançando encantamentos




MI VIENTRE
Soy una mujer presa de la dulce brisa de vivir
despertando a la noche silenciosa
húmeda e inquieta
bailando en los escenarios de los astros
donde se esconde la vida entre las estrellas
Soy una fiera que abriga al viento
aroma de la más pura agua
raíz de resina fresca
luz de campiña matinal
soy sol y sangre
amor y muerte
poesía infinita que irradia
reliquias que calienta y respira
soy cuerpo salvaje de la diosa naturaleza
luz y llama de la tierra dentro y fuera de un desierto
Soy la pasión y la música
vestido rojo de encaje suave
danzando al son de un tango
con mi real sensualidad
insolente y seductora.
Soy océano que aspira el perfume de la flor de naranja
vientre caliente de un volcán
construyendo monumentos
de un reino sereno
lanzando encantamientos


Rachel Omena

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