domingo, 1 de setembro de 2013

ACASALANDO A NOSSA ALMA



Nosso céu se veste de prazer
 navegando num vasto mar revolto
e entre cirandas de suor e gozo
 minha carne devora em caricia
E em meio ao cansaço 
de teus laços
embriagado de minha essência
murmuras meu nome
delirando no ninho e
 acasala teu corpo ao meu

Buscamos caminhos 
em um tempo dentro de outro tempo
saboreando nossa própria loucura
numa viajem sem volta e sem rumo 
 entre risos de felicidade
  nas ondas de nossos cheiro


Nuestro cielo se viste de placer
navegando en un vasto mar revuelto
y entre rondas de sudor y gozo
mi carne devora en caricias
Tus dedos están desnudos
en mi mágico cuerpo
zambulléndose en silencio y
en su más dulce canción
Y en medio del cansancio
de tus lazos
embriago en mi esencia
murmuras mi nombre
delirando en el nido y
acoplando tu cuerpo al mío
Buscamos caminos
en un tiempo dentro de otro tiempo
saboreando nuestra propia locura
en un viaje sin regreso y sin rumbo
entre risas de felicidad
despertando de nuestro sueño
y galopando nuestros cuerpos
en las olas de nuestro aroma

Reticências

Reticências

Cristal de uma mulher!!!

Alma de poeta
coração de mulher,
por isso mesmo
vive a poesia
em sua magia
mais pura.

Tens também
por serdes
mulher-poeta
a sensibilidade
de um lírio
na pureza de
sua castidade.

A música mora
em seu coração
de natureza afroditiana,
a poesia em sua
forma mais liquida
dança devaneios
românticos em
sua alma feita
das fibras febris
da paixão.

Erotismo em
forma de mulher,
trovadora do
deleite sensual,
entoas em seus
lábios curvilíneos
os versos das canções
que exaltam o prazer
orgástico na sua mais
doce essência.

Cristal de uma mulher
onde as luzes do
regozijo da fêmea
o atravessam para
iluminarem o mundo
dos homens que delas
carecem desesperadamente.

Cisne branco que nada
soberbamente sob o
lago cristalino da
anima humana, pássaro
frondoso com canto de
sereia que arde em seu
peito encantando-me,
enquanto o escuto
e navego na nau das minhas
visões dionisíacas.

- ELTON SIPIÃO O ANJO DAS LETRAS.
sexta-feira, 7 de junho de 2013